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A tríade da adicção e a história do João PARTE III

O interessante é que nessa história, se encaixaria perfeitamente qualquer droga ilícita, como maconha, cocaína, heroína, ecstasy ETC. No entanto a tal substância que trazia tanto sofrimento à vida de João era uma medicação encontrada facilmente em farmácias e amplamente prescrita por diversos médicos, assim como o amigo do João, que buscava apenas ajudar o amigo a amenizar todo aquele sofrimento.

Talvez agora você esteja se perguntando o que aconteceu com o João, ou ainda como ele está atualmente. Em breve chegaremos ao final feliz desta história, mas antes me permita explicar o que é a tríade da adicção, como ela ocorre e o que podemos fazer para evita-la ou trata-la!

Quando João e Maria se separaram, dentro da mente subconsciente do João aconteceu uma associação entre emoções. Isso acabou desencadeando um processo de sofrimento muito maior do que uma separação normal. É claro que todas as separações são desagradáveis, pelo menos em um primeiro momento, no entanto essa emoção foi especial porque João acessou subconscientemente uma lembrança de um momento desagradável de sua infância e o associou à separação. Sendo assim, o sofrimento de João estava “multiplicado” por todas as vezes que voltou a sentiu uma emoção similar àquela. Neste momento, podemos entender a criação do primeiro e talvez principal pilar da tríade da adicção, a DEPENDÊNCIA EMOCIONAL.

Quando João teve a primeira experiência com a medicação, naquela oportunidade em que seu amigo médico ofereceu para ele que experimentasse um antidepressivo com o intuito de diminuir seu sofrimento, iniciou-se a criação do segundo e talvez mais conhecido pilar da tríade, a DEPENDÊNCIA QUÍMICA! Este pilar foi potencializado inúmeras vezes pela reincidência e sobredosagem daquela medicação.

Então, após alguns meses consumindo esta substância diariamente, João concluiu a criação da tríade através de seu último pilar, O HÁBITO! Todos os momentos em que João sentia angústia, ansiedade, mal estar, automaticamente já associava isso à falta do seu remédio, e como em qualquer hábito, tratava de resolver a questão como todas as outras vezes. Além disso, todas as vezes em que João tomava medicação, sem perceber, ele estava enviando um comando para sua mente dizendo que aquele sofrimento precisava de uma solução externa, no caso a medicação. Reforçando e retroalimentando a tríade da adicção.

Resumindo então, o que caracteriza a tal tríade? A dependência química, que é a parte mais conhecida de todos, o hábito, que muitas vezes traz diversos ganhos secundários e impede a solução do problema, e a ignorada na maioria das vezes, a dependência emocional.

Mas e o João? O que aconteceu com o tal vivente?

Conforme escrevi algumas linhas acima, conheci o João no auge de seu vicio. No momento em que ele percebeu que precisava de ajuda, João teve “mais uma vez” a sorte de ser encaminhado a mim por um dos seus amigos. Durante sua avaliação, identifiquei que se tratava da tríade, sendo assim, tratamos de resolver a questão que cabe a um hipnoterapeuta: O Pilar Emocional.

Por logica, este é sempre o primeiro a ser resolvido, não apenas por ter sido o primeiro a ser criado, mas principalmente porque sem a resolução deste, os demais não conseguirão obter sucesso. Você pode até resolver a questão química, no entanto, o sofrimento emocional continuará a buscar outras formas de se manifestar, podendo desenvolver outros vícios, compulsões ou até doenças autoimunes.

Após resolver a questão emocional de João, buscamos o contato daquele amigo que fez a primeira prescrição, e através do acompanhamento e orientação de um médico especialista, João foi capaz de reduzir gradualmente a quantidade de medicação. As perspectivas para este ano são as melhores possíveis, prevendo a alta (fim do tratamento farmacológico) do paciente para o segundo semestre (menos de um ano desde que fizemos nossa sessão terapêutica).

Obviamente que o nome do meu cliente nao é João, nem das outras duas meninas citadas na historia acima era Maria ou Joana. Mas a história é real, seu sofrimento era real e todo o processo que ocorreu antes e depois de nos conhecermos é real. João, nao só permitiu publicar sua história na íntegra, como solicitou que assim eu fizesse com a intenção de ajudar pessoas que possam estar passando pela mesma situação que ele passou. Ele acredita que é muito importante mostrar ao mundo que é possível se livrar de um vício se você tiver os profissionais certos, a orientação certa e vontade de mudar.

A propósito, nao podemos esquecer do terceiro pilar, ele também precisa de muita atenção. Neste caso, a “profissional” que está cuidando do pilar do hábito é a Joana, agora, a noiva do João. Diariamente ela ajuda João a manter-se firme no propósito, a manter-se ativo no treino e melhorando continuamente em seu “novo vício”, o esporte.

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A tríade da adicção e a história do João PARTE II

Após este dia, João esta muito cansado mas resolve sair e desabafar com os amigos que encontrou alguns dias atrás. Eles tomam mais algumas cervejas e mais uma vez aquela substância surge. João lembrando da experiência de ter passado alguns minutos, ou horas longe do sofrimento, resolve utilizar mais uma vez. E como era de se imaginar, mais uma vez sente-se muito bem. Só que desta vez, após a experiência João pede para aquele amigo se ele poderia levar um pouco dessa substância consigo, justificando que estava passando por uma situação muito difícil e aquela substância dava a ele o bálsamo para acabar momentaneamente com aquele sofrimento.

O amigo, sem intenção alguma de prejudicar João, constatando que é real todo aquele sofrimento, entrega um pouco daquela substância para João, junto com um papel com as instruções de onde e como ele pode conseguir mais. João vai para casa, dorme, no outro dia trabalha e ao retornar para casa, todo aquele sofrimento ressurge. Prontamente João busca o resto da substância que o amigo havia entregue a ele no dia anterior, utiliza e mais uma vez sente-se bem, longe daquele sofrimento. Joao dorme e no outro dia trabalha normalmente.

Deste dia em diante, João já sabe onde buscar e como conseguir a substância, então todas as vezes em que João sente aquele sofrimento, ele vai utilizar essa substância e sem que ele perceba, a frequência e a dosagem vão gradualmente aumentando. Passam-se dias, semanas, meses ou até anos, até que em algum momento, de tanto utilizar, seu organismo adaptou-se e aquela substância já não é mais suficiente para acabar com o sofrimento.

Depois de tanto tempo passado, João nem lembra mais de Maria, ou da real origem de tudo aquilo que ele sente. Ele só sabe o que sente uma angústia gigante, um aperto no peito, uma coisa ruim e aquele sofrimento aumenta dia após dia. A substância original já não faz o mesmo efeito, o que leva João a buscar alternativas cada vez mais fortes. Além disso, a utilização destas substâncias durante tanto tempo acabaram gerando problemas. João passou a enfrentar alterações de humor, pensamentos antissociais, tendências suicidas, afastamento de sua família, falta de conexão com amigos e outras pessoas. Mesmo assim, todas as noites, ao chegar em casa do trabalho, João voltava a fazer uso daquilo.

Até que em um dia no seu trabalho, João conhece uma menina nova em seu departamento chamada Joana. Eles começam a conversar, saem juntos e após algumas semanas, iniciam um relacionamento. Passado algum tempo, Joana percebe a necessidade de João em fazer uso daquelas substâncias quase que diariamente. Ela então pede que João tome uma atitude, afinal um homem feito, responsável e bem sucedido não precisa de bengalas como aquelas. João decide se livrar daquilo de uma vez por todas e joga fora todas as reservas que tinha da substância dizendo para si mesmo que nunca mais irá precisar daquilo. Determinado, deita em sua cama mas o sono não vem.

Na manhã seguinte João vai trabalhar cansado e sentindo mais uma vez aquela angústia sem fim. Ao retornar para casa após o trabalho, João tenta distrair-se assistindo a televisão e mexendo no seu celular porém a angústia não vai embora, pelo contrário, parece que fica ainda pior. João liga pra Joana e decidem sair para comer algo na rua, mas ao se encontrarem, Joana percebe que seu parceiro está muito mal. Apos a janta, ambos vão para suas casas e João sentindo-se muito horrível busca mais uma vez aquela sensação de alivio que a substância lhe oferece.

Neste momento João percebe que parar ou nao de utilizar aquela substância já nao é uma decisão sua. Ele está adicto, ou como conhecemos mais comumente, ele esta viciado. Este foi o momento em que eu conheci João, conheci a história estou aqui contando para vocês e pude dizer pessoalmente a ele a frase que iniciou esse texto, “o problema do viciado não é o vicio”, ou melhor, o problema do adicto não é a substância somente e sim a tríade do vicio. Naquele momento, assim como diversas pessoas já haviam feito, João também ficou me olhando com aquela “cara de ponto de interrogação”.

Na próxima segunda-feira, dia 04/03 às 09:00 publicaremos a terceira e última parte da história do João, venha conferir!!

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A tríade da adicção e a história do João

 

eea05203f8976b113948211745026a16-700O problema do viciado nao é o vicio! Falo esta frase toda vez que alguém me pergunta se trabalho com algum tipo de vício ou adicção. No entanto, na maior parte das vezes, as pessoas olham com estranheza ou com aquela clássica “cara de ponto de interrogação”. Frequentemente me perguntam, se o problema não é o vício por que a pessoa não consegue parar de utilizar a substância em questão? Ai entra o conceito da triade da adicção.

Já trabalho com esta ideia a bastante tempo, muitas vezes tratei dependentes químicos, alcoólatras e outros vícios não tão corriqueiros. No entanto a ideia de que o viciado tem um problema com a substância em questão é muito rasa. Quando paramos para analisar toda a profundidade da psique humana conseguimos entender que o vício químico é apenas uma parte da tríade ou tripé do vício. Para que possamos entender melhor, vou trazer um exemplo:

Imaginamos o caso de uma pessoa que vou chamar de João, apenas para fins de exemplo. João possui 30 anos de idade e tem um relacionamento estável com Maria há 5 anos. João e Maria vivem uma vida normal, sem filhos. Moram juntos e trabalham durante o dia todo, se passando apenas a noite juntos como uma clássica família jovem. Assim como todos os casais, eventualmente ocorrem brigas. Em uma dessas brigas João e Maria decidem separar-se.

A partir desse momento a vida dos dois altera-se completamente, oscilando entre momentos de felicidade trazidos pela liberdade e momentos de profundo sofrimento motivado pela saudade e alguns arrependimentos por tudo que aconteceu. João volta a conviver com alguns amigos da época da escola e a compartilhar momentos agradáveis com eles. Apesar desses momentos, alguns deles perceberem que João não está bem. Surge uma oportunidade de todos irem a uma festa, João gosta da ideia.

Durante a tal festa, João e seus amigos bebem um pouco e lá pelas tantas um colega oferece uma substância a João. Na adolescência João sempre foi um menino centrado e nunca usou drogas. Então, cedendo às sugestões do colega, ele resolve experimentar. Joao já é adulto, está entre seus amigos e gostaria de viver uma experiência legal, afinal hoje João tem a capacidade e responsabilidade de fazer a suas próprias escolhas.

João vive uma experiência intensa e agradável com aquela substância. Durante essa experiência, sem que perceba, João revive algumas emoções que ele já conhecia, euforia, prazer, felicidade, entre tantas outras emoções agradáveis. É como se naquele momento todos os problemas simplesmente tivessem sumido e João pudesse viver a vida pleno, sem lembrar daquele sofrimento e até se fazendo acreditar que até a Maria deixou de existir.

No dia seguinte, está tudo bem… “Tudo bem” sem falar na Maria, que habita os pensamentos do João diversas vezes durante aquele dia trazendo lembranças que geram sofrimento e às vezes arrependimento. Após o trabalho joao vai pra casa e parece que aquele sofrimento vai se tornando cada vez mais insuportável. João sai sozinho, toma uma ou duas cervejas e retorna para sua casa, sem sucesso na luta contra as lembranças. João passa a noite em claro, no outro dia o pessoal no trabalho nota que ele não está bem.

Na próxima segunda-feira, dia 25/02 às 09:00 publicaremos a segunda parte da história do João, venha conferir!!

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Como livrar-se da insônia

Talvez você seja uma daquelas pessoas que demora bastante tempo para dormir, ou ainda uma pessoa que dorme fácil, apenas com ajuda de alguma substância. Pode ser que você tenha dificuldade para adormecer e também dificuldade para acordar ou ainda você seja alguém que acorda no meio da noite, talvez para ir ao banheiro, e quando retorna para cama fica revirando-se de um lado para outro, olhando para o teto, pega o seu celular e ali fica por uma hora, duas ou até amanhecer.

A insônia atrapalha muita gente e as causas dela podem ser muitas. Desde algum trauma ou questões orgânicas, até coisas mais corriqueiras, como a ingestão de uma bebida estimulante ou substância que somos expostos, mesmo que não tenhamos percebido.

Na maioria dos casos que citei anteriormente existe uma perda.  Pode ser que você passe o dia inteiro cansado ou que sua agenda fique incompatível com o “resto do mundo”. É claro que existem pessoas que trabalham à noite, acaba ocorrendo de ter um horário incompatível com o restante das pessoas e fica tudo bem. Mas acredito que se você está aqui, lendo sobre insônia, este não é o seu caso. Digo mais, eu apostaria 10 contra 1 que algo está te incomodando em relação aos hábitos ou horários do sono.

Pesquisas atestam que um adulto normal precisa de pelo menos sete horas de sono diariamente. É evidente que é possível “viver” dormindo menos do que isso, no entanto os sintomas do conhecido estresse começam aparecer logo.

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Então, como resolver essa questão?

Consultando um especialista, provavelmente ele pediria para você ficar atento às situações mais corriqueiras como ingestão de substâncias estimulantes no período da noite. Depois poderia perguntar sobre frequência e intensidade de exercícios físicos, talvez sobre o desgaste conforme o passar do dia.

O que ocorre é que muitas pessoas não tem a percepção ou a disciplina para tomar nota de tudo o que fazem e como cada uma dessas atividades interferem direta ou indiretamente em sua noite de sono. Então a orientação do profissional acaba recorrendo a polissonografias e demais exames caros, demorados e que dificilmente reproduzem uma noite de “sono” convencional.

OK, mas se você estiver buscando uma solução prática e rápida para este problema, que não implica ir a especialistas e realizar exames caros, uma possibilidade é você utilizar a auto-hipnose. Falando nisso você sabe o que é hipnose?

Hipnose não tem nada de místico, estranho e muito menos aquele tipo de coisa que é necessário “crer para funcionar”.  Trata-se de um processo natural do nosso cérebro. Sabia que passamos, em média, quatro horas por dia em estado de hipnose.

Sabe aquele momento em que você está concentrado(a) assistindo a um filme, no computador ou celular e alguém começa a falar com você? Você está ouvindo, mas não entendeu quase nada do que foi dito. Ou ainda, após ouvir, achou que tinha respondido e não respondeu. Quando isso ocorre, você pode seguramente dizer que estava em transe, ou melhor, “hipnotizado”.

Isso é hipnose. É um estado de atenção focada que não tem nada a ver com sono ou com algum poder mágico que somente pessoas especiais tem. A hipnose pode ser aprendida e ensinada e é uma das habilidades mais apreciadas na área de vendas e persuasão. Mas também pode ser utilizado em benefício próprio, na vida pessoal mesmo. E um dos grandes exemplos para isso é no controle das emoções e estados mentais.

Através da hipnose podemos despertar estados específicos em um piscar de olhos. Como estar extremamente focado para guardar seguramente alguma informação importante, como por exemplo o nome de um cliente. Ou ainda ficar completamente relaxado para obter uma maravilhosa noite de sono.

Além disso, se o seu problema não for resolvido por um simples relaxamento, podemos explorar mais a fundo, se existe alguma causa emocional por trás da insônia, tal como ansiedade, bipolaridade, TOC, hiperatividade, Dependência Química ou Psíquica, Fobias, etc. Tudo isso pode ser tratado e resolvido em apenas uma sessão de hipnoterapia.

Então agora, você tem uma importante escolha pela frente! Caso você tenha se interessado pelo assunto e gostaria de aprender como aplicar as técnicas de hipnose para melhorar o seu sono existem somente três alternativas possíveis:

UM – Você pode buscar conteúdo online nas redes sociais e encontrar uma enxurrada de material, a parte desagradável é que tudo vai estar desconexo e você pode tentar combinar as diversas técnicas, tais como ler ebooks e escutar induções que foram gravadas para resolver questões de outra pessoa, torcendo para que algo dê certo no teu caso.

DOIS – Você também pode deixar tudo como está, afinal isso nem é um problema tão sério, já faz tanto tempo que você até se acostumou a não dormir direito. Ou acredita que não há problema algum em precisar de uma “ajudinha” de alguma substância para dormir e quem sabe de outra para acordar.

TRÊS – Você pode entrar em contato comigo AGORA através das redes sociais e descobrir tudo que você pode fazer conhecendo o poder da sua mente. Recebendo uma orientação específica para você, realizada por um profissional que possui mais de 6000 horas de experiencia em treinamento e desenvolvimento de pessoas.

A escolha é sempre sua, assim como o resultado dela. Pois como diria Antoine de Saint-Exupéry em seu livro O Pequeno Príncipe: “… Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas …”

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VALORIZAR A EQUIPE E FORNECER SUBSÍDIOS PARA QUE OS RESULTADOS CRESÇAM E SE TORNEM EXPRESSIVOS

Olá amigos, como estão? Hoje eu gostaria de convidá-los para uma reflexão sobre algo que vem me ocorrendo e quem sabe pode vir a fazer parte das inquietações de vocês também.

Já vi vários artigos de pessoas dando “conselhos” sobre o que fazer na crise, o que é necessário fazer para manter-se em crescimento ou ainda apenas para sobreviver este período de incertezas econômicas, políticas e administrativas. No entanto, o que observo é que muito se fala e pouco se faz efetivamente na prática. O que ocorre é que parece que tudo conspira contra qualquer iniciativa que tenhamos.

Acredito que além do oportunismo de algumas pessoas que estão “vendendo lenços” podemos identificar no período de recessão que estamos vivendo uma oportunidade para melhorar de dentro pra fora. Claro que sempre temos a oportunidade de crescer como pessoas, mas desta vez não e sobre isso que estou falando. É melhorar de forma comercial, minha empresa, a loja que eu trabalho, meus negócios pessoais. Neste momento se você está esperando que algo aconteça para tomar alguma decisão, tenho uma notícia para você: NADA QUE VENHA DE FORA PODE AFETAR DIRETAMENTE OS SEUS RESULTADOS!

Mesmo que tenhamos um processo de impeachment finalizado, mesmo que tenham novas eleições, mesmo que privatizem todo o país, mesmo que candidatos extremistas assumam o poder… Nada disso vai fazer com que entrem mais pessoas em teu estabelecimento, com mais dinheiro e buscando comprar mais ainda seus produtos ou serviços. Peço desculpas se estou incomodando alguém com esta postagem, mas o objetivo dela é este mesmo. Fazer com que tenhamos a oportunidade de voltar nossos olhos pro próprio umbigo e perceber ali dentro o que podemos fazer.

Este momento também é o momento da pro atividade, pois a apatia está tomando conta de todos os âmbitos da sociedade. Incluindo seu gestor, seu chefe, o diretor da empresa. Quanto mais sobre na hierarquia, NORMALMENTE, mais aumenta o nível de preocupação com o dia de amanhã. Então talvez seja o momento certo de romper com as barreiras do conformismo e fazer algo que garanta a sobrevivência desta companhia, que bem ou mal, mantém as contas da sua casa em dia. Sabe aquela ideia que você teve e acredita que poderia melhorar um pouquinho, não precisa mudar toda a estrutura para causar uma reestruturação de tudo, uma pequena mudança pode fazer toda a diferença. Leve esta ideia até a pessoa que pode implantá-la. Quem sabe esta pode ser a “mudança” que esta pessoa está esperando para tomar uma atitude que beneficiará a todos.

Ou talvez, se você continuar na inércia, logo logo, acabe também se tornando vítima da mesma. Quem sabe, por falta de alternativas, você acabe sendo demitido, já que o gestor não visualiza o que é preciso fazer, onde pode melhorar e quais as pequenas mudanças que são necessárias pra causar uma grande diferença. A escolha sempre é nossa.

Bom, além da pro atividade, o que mais pode causar uma mudança efetiva de dentro pra fora? Creio que o momento é oportuno para a criação (e implantação) de reuniões de gestão abertas a quem quiser ajudar, realização de brainstorms periódicos com o objetivo de fazer pensar nas respostas que talvez uma pessoa só não esteja sendo capaz de alcançar e, é claro, investir em capacitação, treinamentos e valorização da equipe que se tem.

De todas as companhias que ouço falar, apenas uma parte infinitesimal está contratando novas pessoas para os postos de trabalho. Muitas delas demitem. Mas algumas ainda tentam, com todas as forças, manter a equipe. Mas a equipe precisa se superar nos resultados para poder continuar sendo autossustentável. Então cabe ao gestor valorizar esta equipe, entregar à eles as ferramentas e o subsídio (teórico e prático) para que estes resultados se tornem expressivos. Através do desenvolvimento dos mesmos.

VALORIZAR A EQUIPE E FORNECER SUBSÍDIOS PARA QUE OS RESULTADOS CRESÇAM E SE TORNEM EXPRESSIVOS. Esta talvez seja a forma mais efetiva de entregar o ânimo que todos precisam neste momento de dúvidas e recessão.

Um abraço..
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Definir metas para alcançar resultados

meta

Olá, querido leitor, como estamos? Como estão nossos objetivos e metas? Você tem metas? Isso, você mesmo! Qual o seu objetivo pra 2015? E pra 2016? Você tem claro o que você busca conseguir através de tudo o que você faz?

Todas as vezes que inicia-se uma conversa sobre objetivos e metas, lembramos diretamente dos objetivos profissionais. Se você trabalha em uma empresa, com certeza já recebeu algum indicador que seu trabalho está ou não gerando a quantidade de RE$ULTADO esperada pelos seus gestores e/ou superiores.

A famigerada meta! Bati a meta, felicidade, não atingi a meta, depressão. Mas na realidade, para que serve esta meta? Creio que é uma ferramenta de mensuração de eficácia, ou ainda, um desafio para fazer os colaboradores atingirem (pela dor ou pelo amor) algum resultado esperado.

Certo, mas e quando você é o responsável pela definição destas metas? Pode parecer difícil bater a meta quando se recebe uma, mas talvez seja pior ainda quando você mesmo tem que definir a sua própria meta e correr atrás para batê-la. É neste momento que pode ocorrer um grito interior que comunica o quanto somos sinceros conosco mesmos. O quanto estamos sendo capazes de definir metas desafiadoras e ir atrás delas.

Ok, e na sua vida pessoal, você tem metas? Você tem objetivos? Você tem sonhos? Creio que neste momento caiba uma desambiguação. Se eu estivesse em uma palestra, perguntaria para a plateia:

Quem aqui acredita que estas 3 palavras querem dizer a mesma coisa?”
Todas elas expressam algo que você tem vontade de conseguir realizar, mas o que difere-as, em minha concepção, é a ação que você tem a partir de cada uma delas, bem como o tempo que leva para tomar esta ação.

  • Um sonho é algo, comumente, grandioso onde o sonhador manifesta uma vontade muito grande de realizá-lo. Um sonho é capaz de motivar muitas escolhas importantes. Escolhas essas que te levarão até ele. No entanto, se analisarmos sob o véu da ação, um sonho não motiva muita ação, ou quando motiva, não determina um prazo para realizá-lo. Afinal um sonho é algo tão grandioso, que merece ser literalmente “sonhado” o que dificulta sua capacidade de ser realizado.
  • Um desejo é uma vontade. É algo que na maioria das vezes trabalha com uma motivação mediana. Da mesma forma que o sonho, o desejo pode vir a gerar ação, mas não sabemos efetivamente quando. No entanto, ao contrário do sonho, o desejo não te motiva a tomar decisões importantes para consegui-lo. Não é algo considerado fundamental para a existência do eu, então pode ser colocado em segundo plano muito facilmente.
  • Já uma meta é algo claro e específico, é algo que assim como o sonho, tem força suficiente para gerar ação. No entanto, diferentemente do sonho, a meta tem um prazo certo para acontecer. Logo, a tomada de ação é obrigatória e imediata!

Para mim, uma meta, seja pessoal ou profissional, necessita seguir algumas regras para ser tratada como tal.

Alguém aí conhece a metodologia SMART?”

S M A R T é o acrônimo de 5 palavras, que são consideradas regras para fazer com que uma vontade, um desejo ou um sonho se tornem uma meta. Estas palavras são:

eSpecífica (Specific) – Mensurável – Alcançável – Relevante – Temporal

Para que possamos considerar uma meta como tal, é necessário que ela preencha estes 5 itens de forma satisfatória.

Continua…

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O responsável pelo seu sucesso!!!

E se eu dissesse que independentemente do que está acontecendo no cenário local ou mundial, você é o PRINCIPAL responsável pelo seu sucesso ou fracasso.. Como seria se existisse a responsabilização onde existe principalmente a distribuição irrestrita de desculpas para não realizar algo como deveria ser feito?

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Qual é o seu propósito??

Porque eu vim para este lugar?

Como vim parar aqui?

O que devo fazer da minha vida?

QUAL A MINHA MISSÃO DE VIDA???

Nossa missão é:

“Verdadeiramente acreditamos que é possível construir um mundo melhor através de pessoas melhores. Conduzir, permitir, motivar as pessoas a encontrar e aplicar na prática todo o seu potencial é o que nos inspira. Somos capazes de conseguir tudo isso através de nossas palestras e treinamentos.”

O meu propósito está DIRETAMENTE ligado à minha missão de vida!! Se você é capaz de encontrar o que te move, o que te motiva, você será capaz de conseguir QUALQUER COISA!!

E aí, O QUE TE MOVE?

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DESCUBRA O CAMINHO PARA A AÇÃO, descubra o QUEST, 

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Quest by Center for Advanced Coaching

QUEST 1

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